o dia que era meu, se tornou NOSSO.
hoje, ainda mais especial, marca nosso PRIMEIRO ano.
te amo com todas minhas forças.
marcela!
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“…
PHYLLIS
Ele me deixou.
CAROL
Ele deixou você?
PHYLLIS
Sim.
CAROL
Como você sabe?
PHYLLIS
Como eu sei? Como eu sei que ele me deixou? Porque ele saiu pela porta com as coisas dele e vai pedir o divórcio.
CAROL
Eu preciso me sentar… as minhas pernas estão bambas.
PHYLLIS
As suas pernas estão bambas?
CAROL
Qual foi o motivo que ele deu?
PHYLLIS
Que ele não me ama… não gosta de ficar perto de mim… que fica com falta de ar de se imaginar passando de novo pela triste coreografia de fazer sexo comigo. Esses são os vagos motivos que ele dá, mas acho que só está sendo educado. Na verdade, acho que ele não gosta da minha comida.
CAROL
Que estanho.
…”
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filmes:
- o julgamento do diabo (Shortcut To Happiness / EUA - 2002)
- avatar (Avatar / EUA – 2009)
- a vida íntima de pippa lee (The Private Lives of Pippa Lee / EUA – 2009)
- a partida (Okuribito / Japão – 2008)
- lua nova (The Twilight Saga: New Moon / EUA – 2009)
- as virgens suicidas (The Virgin Suicides / EUA – 1999)
- verônica (Verônica / Brasil – 2008)
- o escafandro e a borboleta (Le Scaphandre et le Papillon / França, EUA – 2007)
seriados:
- dexter s04 e01-12
- brothers and sisters s04 e08
- dexter s03 e01-12
- house m.d. s06 e07-09
- dexter s02 e06-12
- queer as folk s01 e03-21
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filmes:
- ao entardecer (Evening / EUA – 2007)
- nick & norah – uma noite de amor e música (Nick and Norah’s Infinite Playlist / EUA – 2008)
- foi apenas um sonho (Revolutionary Road / EUA, Reino Unido – 2008)
- michael jackson – this is it (This is It / EUA – 2009)
- titãs – a vida até parece uma festa (Titãs – A Vida Até Parece Uma Festa / Brasil – 2008)
- up – altas aventuras (Up / EUA – 2008)
- volver (Volver / Espanha – 2006)
- a garota ideal (Lars and the Real Girl / EUA – 2007)
- o rei da paquera (The Pick-Up Artist / EUA – 1987)
seriados:
- house m.d. s06 e06
- queer as folk s01 e03-13
- dexter s02 e01-05
- brothers & sisters s04 e05-07
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- foi muito bom assistir filmes com a minha mãe.
- estava com saudade de ir ao cinema.
filmes:
- 2h37 é só uma questão de tempo (2:37 / Austrália – 2006)
- bastardos inglórios (Inglorious Bastards / EUA, Alemanha – 2009)
- hora de voltar¹ (Garden State / EUA – 2004)
- lembranças de um verão (Hearts in Atlantis / EUA – 2001)
- dançando no escuro (Dancer in the Dark / Dinamarca, Suécia, França, Rússia – 2000)
- os últimos passos de um homem (Dead Man Walking / EUA – 1995)
- lembranças de um verão (Hearts in Atlantis / EUA – 2001)
- a culpa é do fidel (La faute à Fidel! / Itália, França – 2006)
- o leitor (The Reader / EUA, Alemanha – 2008)
- fúria pela honra (Dark Matter / EUA – 2007)
- dogma (Dogma / EUA – 1999)
seriados:
- house m.d. s06 e03-05
- brothers & sisters s04 e01-04
¹”- Tem um monte de coisas normais de criança que eu não vivenciei.
- Tem um monte de coisas que eu gostaria de não ter vivenciado.
– Sabe aquela fase da vida em que percebe que a casa em que você cresceu não é mais seu lar?
É o lugar onde pode largar suas coisas, mas a idéia de lar se foi.
- Ainda sinto que minha casa é meu lar.
– Você verá quando se mudar. Acontece. Um dia, foi-se. E você sente que nunca mais vai tê-la de volta.
É como sentir saudade de um lugar que não existe.
É como um rito de passagem, sabe?
Você não terá essa sensação de novo até criar um novo lar para você mesmo. Para seus filhos, a sua própria família.
É como um ciclo, ou algo assim.
Não sei, mas eu tenho saudade.
Talvez família seja só isso mesmo.
Um grupo que sente falta do mesmo lugar imaginário.
- Talvez.”
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estou triste.
eu sofro tanto quando termino um livro.
sofro de verdade. dói. haha. deve ser esta a minha desculpa para tantos livros pela metade.
hoje estou tão sensível que até o fim de uma música machuca.
não importa nem se a próxima música é ainda mais legal.
que loucura. preciso menstruar. (ainda posso culpar a tpm por tudo?)
“…
- Não quero que você pense em mim como um volúvel.
- Você é que está usando essa palavra.
- Eu já disse, eu senti medo… Estava enlouquecendo… Eu fiquei quatro dias de cama devorando um livro seu…
- Você só pensou em você.
- Não, Amanda, eu pensei em você e em Edmund. No que eu poderia provocar.
- Nada. Você não iria provocar nada. O meu amor por Edmund é intocável. Você somente… estimulou em mim outras possibilidades… Mas deixa pra lá.
- Jura que você não vai se vingar de mim no seu livro?
- Incrível, você continua pensando só em você. Mas não se preocupe, quase todo mundo é assim, só pensa em si mesmo. Os que pensam nos outros, criam. Esse é o segredo. Você nunca será um escritor, porque você só pensa no que te diz respeito.
…”
(“As pessoas dos livros” – Fernanda Young)
#
duas adorações
#
a queridinha
o êxito tem vários pais
órfão é o seu revéis
aos que sofrem por fim o céu
abranda raiva
o que trago sobre os ombros
é meu e é só meu
sustento sem implorar
a benção e o pesar
mas vil é desdenhar
do que não se pode ter
vive tão disperso olha pros lados demais
não vê que o futuro é você quem faz, por quê?
o fracasso lhe subiu a cabeça
atribui ao outro a culpa por não ter mais
declara as uvas verdes mas não fica em paz, por quê?
o fracasso lhe subiu a cabeça
o maestro bem falou
a ofensa é pessoal
quem aponta o traidor
é quem foi traído
já sabe o que é cair
ao menos tentou ficar de pé
em vítima de si
despreza o que nunca vai ter
o mais verde é sempre além
do que se pode ter
será que eu deveria comentar as citações?
ficaria mais interessante, concordo.
apenas jogando aqui… eu deixo que as pessoas apenas leiam e interpretem do jeito que achar melhor.
o problema seria em querer entender o porquê eu teria postado aquilo, daquela forma, naquele dia.
é.
sempre terá um motivo. por mais bobinho que seja.
as pessoas mudam de cabelo e eu mudo de fonte.
lembro das minhas épocas de fixedsys. comic sans. todo mundo teve o tempo de comic sans.
ora, entra na fase “miguxês way of life”, não?
ms sans serif.
“vira a mesa, assume o jogo”
ah, minha irmã casou.
eu também.
os olhos famintos não me permitem entrar em detalhes.
infelizmente.
original: courier new.
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- mamma mia! (Mamma Mia! / EUA, Reino Unido – 2008)
- as filhas de marvin (Marvin’s Room / EUA – 1996)
- elefante (Elephant / EUA – 2003)
- superbad, é hoje (Superbad / EUA – 2007)
- segundas intenções (Cruel Intentions / EUA – 1999)
- nome próprio (Nome Próprio / Brasil – 2007)
- se beber, não case (The Hangover / EUA – 2009)
- longe dela (Away From Her / Canadá – 2006)
- bang, bang! você morreu (Bang, Bang! You’re Dead / EUA – 2002)
- delírios (Delirious / EUA – 2006)
- proibido proibir (Proibido Proibir / Brasil, Chile – 2006)
- marley & eu (Marley & Me / EUA – 2008)
- mouth to mouth (Mouth To Mouth / Reino Unido, Alemanha – 2004)
- o menino do pijama listrado (The Boy In the Striped Pyjamas / EUA – 2008)
seriados:
- house m.d. s06 e01, 02
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Faz muito tempo que não tenho que escrever uma redação. Nada de escola e vestibular. Porém sinto falta. Gostaria de simplesmente sentar em uma cadeira confortável e sair digitando loucamente. Porém as coisas não são tão simples assim.
O problema poderia estar na nossa língua tão difícil – ainda mais complicada agora com a reforma ortográfica – mas não, tudo se resume a preguiça advinda de tantos pensamentos soltos. Digressões, inconstâncias e flexibilidade.
A princípio (ouço a Carolina na minha orelha: EM princípio), o intuito de abrir este editor de texto foi para reclamar da vida. Reclamar não, questionar. Mas agora já sinto necessidade de discorrer sobre o ato de escrever. O processo criativo.
De certa forma, falo, falo e não chego a lugar algum. Meu maior desejo era conseguir ser entendida. Estudar, ler, falar, qualquer que seja o verbo, a intenção seria só esta: compreensão.
De boca a boca, de leitura a leitura, muita coisa se perde. É fato. É sabido. Mas, mas…
Aqui eu colocaria uma citação do Arnaldo Jabor. Algo que uma personagem no filme “Eu sei que vou te amar” fala em certa altura da projeção.
Por que nos relacionamos? Por quê?
Qualquer tipo de relacionamento. Qualquer tipo de sentimento.
No filme “Dança comigo?” a atriz Susan Sarandon está com problemas no casamento, e ela comenta o porquê de se casar, de se ter alguém. O ato de dividir a vida com alguém. De ter certeza que pelo menos uma pessoa estava lá. Enfatiza ainda, o empenho que seria começar tudo de novo.
Hoje entendo melhor isto. Depois de namoros relativamente longos, consigo perceber a minha necessidade de ser vista. Se convivemos, falamos, conversamos, beijamos, namoramos, brigamos, lutamos e qualquer que seja a ação, o sentimento, só é uma forma de gritarmos ao mundo: EU EXISTO.
Queremos provar alguma coisa a alguém. Queremos sim, deixar o legado da nossa existência.
Pego-me decifrando o mundo. Finjo que entendo alguma coisa, a mastigo, e passo em frente. Outra pessoa pega, mastiga e passa. Assim sucessivamente.
“E meu desejo se confunde com a vontade de não ser”, diria Zeca Baleiro em “Flor da pele”.

O “mas, mas…” continuaria aqui. Seria aquela regra / malandragem da dissertação: título, 1º parágrafo e o último são iguais?
Olhar acostumado. Gosto de domingo. O amor Grand’Hotel: se transformou em bom dia.
“Qual o segredo da felicidade?”
“O eu queria, o que eu fazia, o que mais? Que alguma coisa a gente tem que amar, mas o quê? Não sei mais.”
Somos todos diferentes olhares de um período histórico. Nada mais que isto.
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seria tanta cara de pau falar que me falta tempo para te atualizar.
rascunhos não faltam.
vou te encher deles.
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hoje é aniversário da Marcela.
Marcela. Marcela. Marcela.
acho um nome bonito.

parabéns, meu amor.
você não merece só balões.
mas o que mais posso te dar se você já tem todo o meu coração? :P
eu amo muito você. hoje e sempre.
você é o bichinho mais fofo que existe:
adoooro suas bobices. adoro você cantando. adoro o seu vocabulário-rabisque e o jeito que se expressa. adoro até o seu jeitinho fofo de dar tchau (o dedinho, oun). adoro você bravinha porque perdeu na cacheta. adoro o seu ciúme (quem é tua dona? quem é tua dona? é, é.).
você é uma pentelhinha, inteligentíssima e preguiçosa… que eu não sei mais viver sem.
obrigada por fazer parte da minha vida. agora mais do que nunca, né?!
LINDA. te amo.

“São mitos de calendário
Tanto o ontem como o agora,
e o teu aniversário
é um nascer a toda hora.”
Drummond
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estou triste.
tanto tempo que não venho escrever aqui.
ameixas;
é tão bonitinho saber que agora você tem vida própria.
pode não ser muito significativo para humanidade, mas tá aí. vivinho.
saudade. saudade. saudade.
da época em que eu tinha pique para acordar às 5h30′. minha vó me chamava e num pulo eu já estava de pé.
saudade de todas as comidinhas de vó. do pão. da empada. do bolo de milho, de cenoura. dos bolos todos. torta de limão. união espiral. bolinho de nó. da coxinha única.
saliva. saliva. saliva.
…
pergunto-me se superei a morte da minha vó.
estou bem melhor. mas ainda longe de alguma superação.
o jeito foi parar de pensar nisto.
tentar esquecer.
pois não existem explicações, logo não há nada a se entender.
é… é…, talvez seja “só” saudade de você, Ilianil.
…
tem uma entrevista que o Drauzio Varella deu para a revista BRAVO! que eu gosto bastante.
aqui vai um trecho:
“BRAVO!: Em O Médico Doente, você escreve que “morrer é fácil”. A reflexão causa espanto principalmente por aparecer num dos trechos mais dramáticos da narrativa, quando você está muito fraco e recebe a notícia de que precisa ir para a UTI. A morte batia à porta, e você a classificava de fácil… Estranho, não?
Realmente, naquela ocasião tive a certeza de que morreria em pouco tempo. Mais 24 ou 48 horas e pronto… Os exames indicavam que meu fígado caminhava para o colapso. Havia perda de proteína pelos rins, os pulmões trabalhavam com dificuldade, o coração acusava uma arritmia. Era o que chamamos de “falência de múltiplos órgãos”. Talvez outros médicos, no meu lugar, conseguissem deixar de fazer uma análise técnica da situação. Eu não conseguia — dimensionava exatamente a gravidade do quadro. Ainda assim, a partir de um determinado momento, me resignei. Como sou oncologista desde 1972, assisti à morte de várias pessoas. E notei que, quando a doença aperta o cerco devagar, acaba preparando a vítima para o fim. À medida que avança, enfraquece o paciente e tira-lhe qualquer possibilidade de reação. Ele abdica de lutar e deseja apenas ficar quieto. Não reivindica nada nem se desespera. Por incrível que pareça, morrer vai se tornando fácil. Foi justamente o que ocorreu comigo. Pude comprovar na carne que a perspectiva da morte nos angustia e apavora bem mais do que a iminência dela.
Então você não se surpreendeu com o próprio comportamento?
Pelo contrário: me surpreendi muito. Uma coisa é você observar os pacientes. Outra é você estar ali, na cama, agindo como eles. Não imaginei que iria me entregar daquele modo. Pensei que nunca abandonaria a ânsia de viver, que brigaria sem tréguas se caísse doente. Eu, desistir? Não, de forma nenhuma! Sou um esportista, um sujeito ativo, que corre de lá para cá! Meus pacientes, sim — via-os jogar a toalha. Mas eu?!? Caso me perguntassem no hospital: “Você quer viver?”. É claro que responderia: “Quero!”. Teoricamente, queria mesmo. Só que, em termos concretos, imperava uma espécie de rendição.
E o afeto? No livro, você conta que se desligou afetivamente de sua irmã, de sua mulher, de suas duas filhas e de sua neta quando a doença recrudesceu.
Pois é… Pessoas queridíssimas que, de repente, perderam o significado afetivo para mim. Minha mulher, por exemplo [a atriz Regina Braga]. Somos casados há 26 anos! E tenho paixão pelas minhas filhas, com quem procuro falar diariamente. Entretanto, no ápice da crise, os laços emocionais que me uniam a elas se desfizeram. Sabe quando você esbarra em um amigo que não encontra desde a infância? Você o reconhece, percebe que não se trata de um estranho. Após cinco minutos de conversa, porém, você se conscientiza de que já não habitam o mesmo mundo. Aquilo que os ligava desapareceu. Foi o que se passou no hospital em relação às figuras mais importantes de minha vida. Levei um susto.
Assustou-se na hora ou só depois, relembrando o episódio?
Não, na hora. Testemunhava a minha apatia e me intrigava: “O que está acontecendo aqui?”. De novo, imaginava que apenas os outros pudessem manifestar algo parecido. Tive pacientes que se distanciaram dos familiares às vésperas da morte e, de certa maneira, os responsabilizei pelo alheamento. Julguei que reagiam assim porque, ao longo dos anos, construíram elos afetivos um tanto frios e tênues, muito diferentes dos meus, tão repletos de intimidade e amor. Aquela temporada no hospital mostrou que me enganara.”
…
o tempo vai passando e só ficam lembranças. de tudo.
decamerão.
lembro de quando grifava letras.
na época era tão fofo e necessário.
hoje é só uma memória bobinha.
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